1 de janeiro de 2014

Ano novo e tudo velho

Amigos não me julgue depressivo por escrever tal enunciado. Em lucas 5.37 (Mateus 9.17) o nosso Senhor alertou para esse fato, não devemos despejar vinho novo em odres velhos, é necessário odres novos. 

Esse trecho das escrituras está posto em um contexto marcado por perguntas de respostas. Como sempre jesus é arguido para ser confrontado da atitude de seus discípulos, frente aos discípulos de João que cita os fariseus. Então lhe perguntam (os discípulos de João), porque jejuam nós, e os fariseus e seus discípulos não jejuam? então Jesus responde por acaso, estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles? Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo e nesses dias hão de jejuar. 

As duas ilustrações que se seguem é um prova cabal de que havia incompatibilidade entre o novo Israel  e o velho. 

OK queridos, com isso quero dizer que podemos estar alimentado perspectivas novas em hábitos velhos. Como pode se dá tal coisa. Os discípulos de João que fizeram a pergunta e o hábitos dos fariseus (porque o jejum se dava com pano de saco e cinza, lembra?) estava ultrapassado, pois estavam diante do noivo, ou seja, do próprio vinho novo que traria perdão a Israel, estava na frente deles e eles se preocupando com justiça própria, regras e regulamentação.

Quantas vezes, nós estamos com grandes desafios na nossa frente, mais continuamos com a mesma estratégia, achando que vamos obter vitórias com mesmas armas. Deus está nos chamando para algo com ele mesmo, não com seus ritos e regras, ele próprio será suas armas, descanse, ore e jejue. 

Soli Deo Gloria
Jessé Almeida