12 de setembro de 2013

Amor de Deus

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu, seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" 
 
 
No momento em que pregamos o evangelho podemos correr o risco de apresentar outro Deus que não é o verdadeiro, e ate nos mesmos podemos criar outro Deus que a escritura não nos permite. Podemos correr alguns riscos:

1 - Apresentamos um evangelho centrado no homem, quando as escrituras nos diz para centrarmos o evangelho em Deus, porque Ele é o evangelho (Fp. 3.8); Sl 27.4. Afirmei ainda pouco que podemos pregar um evangelho centrado no homem, então, de que forma? Vejamos, a maneira como fomos criados e induzidos a pensar: Quando crianças somos forçados a acreditar, pelo fato, de mamãe e papai me amarem, me sinto importante. Esse habito, os prejudica em relação a Deus, pois Deus amou o mundo que deu seu filho, voce ira dizer, lógico que sou importante, não! Ele não deu seu filho por você, mas deu seu filho para que você entregue a ele aquilo que lhe deu, a vida.

O melhor e maior dom é ganhar o próprio Deus. "Qual é o fim supremo e principal do homem?”. A famosa resposta afirma que esse fim é “glorificar a Deus e gozá-lo para sempre”. 

2 - Podemos apresentar outro Deus, que não é o verdadeiro, quando apresentamos o evangelho como uma aprovação divina, por sermos importantes (parte B);

Você se sente mais amado porque Deus o trata com muito valor, ou porque ao custo de seu filho, ele o capacita a regozijar-se em considera-lo importante para sempre? A sua felicidade depende de ver a Cruz de Cristo como testemunha de como você é valioso ou como um meio de experimentar o quanto Deus é importante, para sempre?

3 - Podemos correr o risco de apresentar o evangelho, como uma alternativa de sermos amados, e o Deus da história vira a gente. Quando aplicamos essa primícias a Deus tiramos a dignidade Dele. Minimiza sua bondade. Então Deus não é meu tesouro, e nossa alma busca outra coisa para preencher nosso vazio existencial. As programações, o ativismo religioso, o fato de realizar algo, dizendo por vezes para Deus, quando na verdade espera beneficio próprio.

Alegamos que louvamos a Deus por causa de seu amor por nos. Mas se amor de Deus por nos é, na verdade, o fato de Ele mos considerar importantes, quem esta sendo adorado? Estamos dispostos a centralizar na Cruz, contando que a Cruz seja um testemunho do quanto somos valiosos. Então quem esta sendo adorado? Nós mesmos.

Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu filho unigênito, para que o deleite do homem seja sua presença. (Parafraseando Jô.3.16)

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Piper, John - Deus é o evagelho, pg. 10-11