21 de maio de 2011

O QUE DEUS DIRIA AO PAIS DE REALENGO

Rev. Edilson Botelho Nogueira
Igreja Presbiteriana de Macaé 10/4/2011

“ Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade;” 
(Isaías 46:9-10 RA)

O dia 7 de abril de 2011 vai ficar marcado na memória do País como o dia do Último Crime, ou seja, não há mais nada que um violento nos Estados Unidos, no Iraque, no Paquistão, na Índia, tenha feito lá que alguém aqui não possa fazer. 

O Brasil já testemunhou todo o tipo de atrocidade: 19 lavradores mortos por policiais em Eldorado de Carajás em 1996, os 8 assassinatos na Candelária em 1993, um estudante de medicina que entra no cinema de um Shopping e mata 3 pessoas, o caso Suzana Von Richthofen, o assassinato de Isabela Nardoni, o garoto João Helio que foi arrastado até a morte, ou seja, já tínhamos visto quase tudo o que a natureza humana é capaz de fazer – faltava o último crime, o assassinato em série numa sala de aula. Não resta mais 
nada. Pr. Ariovaldo Ramos escreveu sobre a tragédia dizendo:” Só os seres humanos se sentem seguros, apenas, quando podem matar o próximo. Só os seres humanos chamam a isso de paz.” Logo que a noticia se espalhou, as autoridades logo se apresentaram para falar em nome do Estado às famílias vitimadas – o Governador e Prefeito do Rio, a Presidente Dilma Roussef, senadores, deputados, etc. 

Quando acontece uma tragédia, há sempre alguém pra dizer: Mas, e Deus? Onde estava Deus no dia 7 de abril? Se é verdade que Deus sabe todas as coisas antes que aconteçam, por que não evitou esse massacre? Se ele sabia e não fez nada, de duas uma: ou ele não tinha poder suficiente para evitar isso ou tinha poder, mas não é bom o suficiente para querer evitar isso.

Essa mensagem é para responder essa questão. O lucro que você vai ter dela será o de entender que Deus tem um propósito para cada evento no mundo, e quando esse propósito for revelado, todas as peças se encaixarão. Para começar, onde estava Deus no dia 7 de abril? Deus estava onde sempre esteve – NO SEU TRONO DE JUSTIÇA, de onde ele governa todo o Universo. Deus controla o caminho dos corpos celestes, alimenta as aves do céu, os peixes do mar, levanta os reis e os abate, e sabe detalhadamente tudo que se passa em cada milímetro da criação: “ Porque os caminhos do homem estão perante os olhos do SENHOR, e ele considera todas as suas veredas.” (Provérbios 5:21 RA)

Mas por que Deus não criou uma situação para evitar o massacre? Para responder à perplexidade que essa fatalidade provoca, é preciso entrar num lugar sagrado, muito misterioso, lugar tão temível que poucos 
realmente desejarão atravessar – estou me referindo ao Plano Eterno de Deus. Sem o entendimento da existência desse Plano Eterno, ficaríamos devastados sem cura, sem esperança, sem recuperação.

O nosso texto revela esse Propósito de Deus: “ Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim;  que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade;” (Isaías 46:9-10 RA). Nosso texto diz que Deus é Deus único, é ele quem cria o futuro seja ele bom ou mal, e o anuncia quando quer, que estabeleceu um plano de acordo com o seu Conselho, que é inalterado, e tudo que ele planejou vai ser executado. Logo depois da  tragédia, os  jornais levavam  especialistas,  psicólogos, terapeutas, para explicar o que teria levado Wellington Menezes de Oliveira a cometer aquela barbárie. 

A resposta a isso está muito antes desse homem existir. Antes que o  tempo existisse, antes que o primeiro milímetro de  espaço fosse criado, lá estava DEUS, somente DEUS, sozinho e absolutamente  feliz e realizado. Não havia ainda um  universo que pudesse manifestar a glória de DEUS, e lá estava DEUS. Não havia ainda anjos, arcanjos, serafins, querubins, para servirem o DEUS Altíssimo, e lá estava DEUS.

Não havia ainda a  terra para ser sustentada, não havia  criaturas para serem mantidas, não havia homens que pudessem glorificar o DEUS criador, e lá estava DEUS, sozinho, completo, todo-suficiente, de nada precisando, plenamente satisfeito em Si mesmo. O Deus Triúno estava ao mesmo tempo só e ao mesmo 
tempo acompanhado – a comunidade divina. 

Aquele grande teólogo reformado,  Archibald A. Hodge, tem uma brilhante afirmação sobre o Plano Eterno:
„Um DEUS  auto-existente,  independente, todo  perfeito e  imutável, existindo  sozinho desde a eternidade, começou a  criar o universo, físico e moral em um  vácuo absoluto, levado a fazê-lo por  motivos...originados por Ele só... Também, se DEUS governa o universo, é certo que, sendo ele um ser inteligente, o governa segundo  um plano; e este plano deve ser  perfeito em sua compreensão, abrangendo  todos os pormenores...O decreto de DEUS é, portanto, o ato de uma Pessoa  soberana,  infinita,  absoluta,  eterna e 
imutável, compreendendo um plano que inclui  todas as obras, sejam quais forem, grandes e pequenas, desde o princípio da criação até a uma eternidade sem fim.‟ A. A. Hodge, “Esboços de Teologia”, cap. 10, PES, São Paulo, 2001.

Em algum momento da Eternidade Passada, Deus resolveu manifestar a sua Glória às suas criaturas, para que todas elas soubessem o Senhor é Deus. O meio de revelar essa glória foi o seu Plano Eterno. Deus o Senhor no exercício  da sua  divina Presciência e  Conhecimento, da sua  infinita Sabedoria, da sua  soberana Vontade, do seu  imensurável Poder, da sua perpétua Imutabilidade, estabeleceu o seu Plano Eterno.

Para ficar mais claro, quero que siga os fatos que vou expor agora. O  Universo dormia na mente de Deus, quando Ele viu todos os  eventos futuros possíveis – e  determinou que viessem a existir conforme o seu Conselho, ou seja, que tudo no  futuro que ele escolheu,  cooperasse para o bem daqueles que foram chamados segundo o seu propósito. Nesse plano, ele determinou que alguns eventos,  ELE MESMO realizaria: a criação, a salvação e a consumação de todas as coisas.

Outros eventos aconteceriam através de  causas secundárias,  condições necessárias – por exemplo, quando uma inundação destrói casas e plantações.

Outros, ele moveria pessoas a agirem sob sua instrução – profetas, escritores da Bíblia, etc.
Outros, ele permitiria que o ser humano, no uso da sua  liberdade, pudesse agir até mesmo para  fazer o mal, embora Deus imponha  LIMITES ao mal praticado pelo homem. Agora podemos entender a  tragédia no  Colégio Tasso da Silveira em Realengo, porque é nessa última categoria que ela se encaixa. Deus permite que Wellington Oliveira  nasça, permite que tenha a  infância conturbada, permite que sua personalidade  adoeça, permite que planeje a selvageria, permite que ele encontre os meios para comprar as armas, permite 
que ele vá ao colégio, cometa os crimes e depois cometa o suicídio. Muito bem, toda a LIBERDADE que Wellington teve para engendrar o mal vem acompanhada da RESPONSABILIDADE MORAL de seus atos.
Ao tirar sua vida, provavelmente Wellington tenha pensado  – ninguém vai me  pegar, ninguém vai me julgar, ninguém vai me condenar. 

Mas a essa  altura, ele já está sabendo que  – “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.” 2 Coríntios 5:10 Tão certo como Deus é Deus, “Deus julgará o justo e o perverso; pois há tempo para todo propósito e para toda obra”. Ec 3:17. O Livro de Eclesiastes termina com essa advertência: sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas. Ec 11.9.  Portanto Deus permite que o mal aconteça, mas ele manifestará, diante de todos a sua cólera para com o violento: “e, pessoalmente, pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-Poderoso.”  Ap 19.15. Deus jamais silenciará diante do violento e do maldoso. Depois de praticar o mal, o violento tem dois caminhos – o Calvário, a Cruz ou o Juízo. Mas nunca haverá indiferença de Deus. É isso que joga luz sobre o Misterioso Paradoxo da Escritura – a soberania de Deus e a responsabilidade humana. Se Deus é soberano e nada acontece sem que ele permita, em tese ninguém teria culpa de nada, porque no fim, Deus é quem controla tudo.

Se o homem é livre e responsável, então Deus não controla tudo. Mas a Escritura afirma que tão certo como Deus controla tudo por meio de seu Plano Eterno, mas ao mesmo tempo o homem  responderá moralmente por seus atos, todos eles, um por um.

O mistério do Paradoxo está na Escritura em vários lugares, mas o mais emblemático é o de Atos:
“Varões israelitas, atendei a estas palavras: Jesus, o Nazareno, varão aprovado 
por Deus diante de vós com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio Deus 
realizou por intermédio dele entre vós, como vós mesmos sabeis;  sendo este 
entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes, 
crucificando-o por mãos de iníquos;” (Atos 2:22-23 RA)

O Apóstolo Pedro afirma claramente que a morte de Cristo não era um acidente, estava no Plano Eterno, no desígnio e presciência de Deus, mas tanto judeus como os romanos responderão moralmente por essa morte.
Bem, mas o que Deus diria aos pais das 11 meninas e do garoto que foram mortos por Wellington?
Como  confortar alguém que perde o seu bem mais precioso no lugar mais seguro depois da casa?
Eu penso em três afirmações que Deus diria a eles.


I. EU TAMBÉM VI MEU FILHO SER MORTO POR PESSOAS MÁS, EU SEI COMO VOCÊS SE SENTEM.

Um dos maiores mistérios da Escritura é a  revelação de que Deus  sente dor, mais do que isso, que em Cristo, Deus aprendeu o que significa sofrimento. O  sofrimento humano advém da  privação de alguma  necessidade básica  – fome, sede, solidão, medo, uma tortura física, impacto emocional, etc.

Mas como Deus pode sofrer? Ele não sente sede, não sente fome, não sabe o que é medo,  não tem  corpo para ser torturado. Como pode o Todo-Poderoso sentir dor? O  sofrimento de Deus foi  ver a pessoa a quem ele mais ama ser traída, humilhada,  despida,  cuspida,  agredida,  crucificada e morta, por pessoas 
totalmente más. Deus sabe o que os pais de  Ana Carolina,  Bianca,  Géssica,  Igor,  Karine, Larissa,  Luiza Paula,  Laryssa,  Mariana,  Milena,  Rafael e  Samira estão sentindo, porque ele viu Jesus Cristo, sua maior alegria, ser literalmente destroçado por pessoas más.

Ilustração
“Era o último dia da terra. O que vou lhes contar, eu vi tudo com meus próprios olhos... Bilhões de almas foram reunidas numa grande planície diante do Trono de DEUS. Muitas pessoas ali tentavam se esconder do brilho da incandescente luz que emanava da Presença do Altíssimo. Mas outras pareciam estar indignadas e 
diziam:
- Quem é DEUS para nos julgar? Que é que ele sabe sobre o sofrimento? Vi um rapaz da Albânia, que tirou a camiseta e mostrou uma cicatriz nas costas dizendo: 
- Lá em Kosowo nós suportamos o terror da guerra, os tiros, a tortura...
Vi um num outro grupo uma mulher aborigene, tirando uma antiga e desbotada fotografia de uma carteira, falando:
- Ta vendo isso? Essa é minha preciosa filha, eu nunca mais a encontrei depois que ela foi tirada de mim pelo crime de ser apenas uma negra... Num outro grupo, uma adolescente grávida reclamava:
- Por que eu tive que passar por tudo isso? Não foi minha culpa. E assim no meio daquela grande multidão, muitos grupos se comprimiam aborrecidos com DEUS por todo o mal e sofrimento que ele havia permitido 
no mundo. Eles murmuravam dizendo:
- Sorte dele viver aqui no céu, no meio de toda essa tranqüilidade, de toda essa abastança, aqui ninguém chora, ninguém passa fome, ninguém é perseguido, odiado, massacrado. Que é que ele sabe de tudo que aconteceu lá em baixo na terra? Ele sempre viveu aqui no paraíso... Assim, cada grupo  escolheu um líder para falar com DEUS, escolheram a pessoa que mais havia sofrido. Eu vi um Judeu dos campos de concentração nazistas, um  japonês de Hiroshima, uma  criança deformada pela Talidomida, etc. 
A conclusão deles era a seguinte: antes que DEUS fosse reconhecido como Juiz deles, ele deveria passar por tudo que eles passaram. Pra isso, DEUS teria que viver na terra como eles viveram – como um ser humano.

Deixe que ele nasça num povo odiado pelo mundo. Que as pessoas duvidem se ele é um filho legítimo. Que ele tenha um trabalho tão difícil que até mesmo os seus próprios irmãos digam que ele está louco. Deixe que ele seja traído pelo seu amigo mais chegado. Que ele seja julgado por falsas acusações, que um júri comprado lhe dê a sentença, e um juiz covarde lhe condene. Que ele seja torturado barbaramente.

Que antes da sua morte ele experimente a mais completa e absoluta  solidão. Que a sua morte seja testemunhada por uma grande multidão para que ninguém duvide da sua morte. Eu ouvi um murmúrio de aprovação de cada grupo a essas sentenças. Então, quando o último deles havia pronunciado seu julgamento, subitamente houve um grande silêncio no céu. A grande multidão estava calada e imóvel. É que naquele instante, todos eles perceberam que DEUS já havia passado por tudo isso em Jesus Cristo.” (autoria desconhecida) Se fosse possível aos pais de Realengo  enxergar  o  rosto de Deus, veriam que ele também chorou no dia 7, quando aquelas crianças foram mortas. Só Deus sabe quantos futuros foram mortos naquele dia, quantos deixaram de nascer pelas mãos do assassino. Ele sabe muito bem a dor da perda de um filho.

II. QUANDO MEU FILHO MORREU,  EU TAMBÉM NÃO  PUDE FAZER NADA PARA SALVÁ-LO.

O maior mistério da crucificação de Jesus é que o  ferimento que matou Jesus, não foram os açoites dos romanos, nem os cravos nas mãos e nos pés, nem a coroa de espinhos na sua cabeça, nem o  peso de carregar a cruz já bastante debilitado, nem a sede insuportável que sentiu. O ferimento fatal que levou Jesus à morte foi ser  traspassado pelo seu próprio pai com as lanças perfurantes de nossas iniqüidades, e no momento que Jesus mais precisou, Deus o abandonou, Deus virou as costas para o seu Filho amado.

Quantos desses pais, se tivessem a  chance, não teriam  entrado  alegremente na frente de seus filhos, sofrendo ferimento mortal por eles, sabendo que com seu sacrifício salvariam a vida de seus filhos. Deus estava lá no Calvário, vendo seu filhos Jesus ser consumido por dentro e por fora, e deliberadamente  virou o rosto  e o deixou morrer sob o mais inimaginável castigo. Mas é aqui que temos a grande diferença entre os  Pais de Realengo e o Pai Celestial. É que se pudesse ter feito algo para salvar seus filhos, teriam salvo apenas seus filhos. 

Se Deus tivesse arrancado Jesus da Cruz, teria poupado Jesus, mas ao mesmo tempo teria condenado TODA A RAÇA HUMANA à morte eterna. O Apóstolo Paulo afirma: “ Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” Romanos 5:8
Porque Deus não fez nada, nós fomos salvos, temos esperança de que a justiça de Deus triunfará.

Anos atrás o Stênio Március escreveu uma poesia para a minha família depois do acidente da perda do olho da Amanda, SANTOS MISTÉRIOS, para a qual eu compus uma música.

SANTOS MISTÉRIOS
Stenio & Edilson
São por caminhos estranhos 
Que te revelas Senhor
Quando parece que arrancam de nós
Pedaços do coração
Glórias esperam aos que pacientes
Sofrem teus santos mistérios
Sem duvidar, mesmo sem compreender
Afirmam tua bondade
Porque mandaste Teu amado Filho
Que era teu grande deleite
Para levar nossas dores e culpas
E nos resgatar a preço de cruz
Enquanto paterno o teu coração
Gemia a cada ferida
Tu já trilhaste esses mesmos 
caminhos, estranhos caminhos
E ao andarmos por eles,
Sim, ao andarmos por eles
Parecemos...
Parecemos contigo Senhor.


III. A HISTÓRIA NÃO TERMINA NO DIA 7  – MAS NO DIA FINAL, E NESSE DIA EU ENXUGAREI DOS OLHOS TODA A LÁGRIMA.

Quando Jesus estava preparando seus discípulos para a sua partida, ele disse:
“Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais 
por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” João 16:33

A grande mensagem de esperança aos Pais de Realengo é que a história de suas vidas não é determinada por Wellington de Oliveira, mas por Jesus Cristo e esse crucificado. Deus terá misericórdia que quem ele quiser ter misericórdia, pois a salvação é pela graça de Deus. 

Deus poderia lidar com o  violento e o  maldoso simplesmente fazendo-os desaparecer. Mas Deus escolheu o  caminho mais longo e difícil, e o mais penoso. Ele decidiu transformar o maldoso e o violento para ser semelhante a Jesus.

Isso significa que qualquer pessoa que se  arrepender de seus pecados, e entregar sua vida nas mãos de Deus, por pior que seja, tem a chance de ser uma nova criatura.
A Bíblia diz: “Assim que, se alguém  está em Cristo, nova criatura  é: as  coisas
velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” 2 Coríntios 5:17

Mas há uma esperança para os que foram vítimas dos violentos e maldosos. Deus promete curar toda a ferida da violência pelo perdão. O que Deus fez com as pessoas más que crucificaram seu Filho?
O que  Deus fez com as pessoas más cujos  pecados foram  castigados em  Jesus?
Ele as perdoou! E isso muda tudo. Um dia na  eternidade os pecadores  perdoados serão curados de todas as feridas dos maldosos. 

Isso será feito de duas maneiras – primeira, Deus retribuirá ao maldoso que não se rendeu a Cristo  a  punição por sua violência.  Segunda, Deus ENXUGARÁ DOS OLHOS dos violentados, toda a  lágrima e  apagará de suas memórias, a dor da maldade sofrida. Assim, no último dia da terra,  também será o dia da  última lágrima, dali em diante, nunca mais alguém vai chorar de dor, de tristeza, por uma violência ou 
maldade: “Eis que faço novas todas as coisas.” Apocalipse 21:5

Posted on by Jesse Almeida